Política

PF identifica ação isolada e extremista no ataque com bomba ao Supremo Tribunal Federal

Fachada STF - Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
No dia 13 de novembro do ano passado, Francisco Wanderley tentou introduzir explosivos na sede do STF. Investigadores analisaram vários aspectos  |   BNews Natal - Divulgação Fachada STF - Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Publicado em 29/04/2025, às 17h32   Redação



A Polícia Federal (PF) finalizou nesta terça-feira (29) as investigações relacionadas ao atentado contra o Supremo Tribunal Federal (STF), que ocorreu em novembro de 2024.

As apurações indicam que Francisco Wanderley Luiz, conhecido como "Tiu França", agiu de maneira isolada, sem auxílio de outras pessoas. De acordo com a PF, o ataque suicida com  foi impulsionado pelo "extremismo político".

Para alcançar essas conclusões, os investigadores examinaram informações bancárias e fiscais, laudos periciais, a reconstrução cronológica dos eventos e os testemunhos fornecidos.

No dia 13 de novembro do ano passado, Francisco Wanderley tentou introduzir explosivos na sede do STF. Ao ser impedido pelos seguranças, ele detonou a bomba e morreu.

Ele se lançou como candidato a vereador pelo PL em Rio do Sul (SC) nas eleições de 2020. Francisco era apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Com informações da Agência Brasil. 

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