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Publicado em 29/08/2025, às 21h00 Paraciclismo brasileiro conquista duas medalhas no Mundial da Bélgica - Reprodução Ari Alves
O paraciclismo brasileiro já celebra duas medalhas conquistadas no Campeonato Mundial da modalidade, que acontece em Ronse, na Bélgica. Nesta sexta-feira (29), a paranaense Victória Barbosa conquistou a prata no contrarrelógio da classe C1, destinada a atletas com deficiência nos braços ou mãos.
Na quinta-feira (28), a paulista Gilmara do Rosário garantiu o bronze na mesma prova, porém na classe H2, voltada a ciclistas com comprometimento nos membros inferiores, que utilizam handbikes, bicicletas impulsionadas pelas mãos.
A programação do campeonato segue neste sábado (30), com as provas de estrada, a partir das 4h, horário de Brasília. As disputas serão transmitidas ao vivo pelo canal da União Ciclística Internacional, UCI, no YouTube, oferecendo cobertura completa para os fãs da modalidade.
No contrarrelógio, cada atleta larga individualmente e vence quem completar o percurso no menor tempo. Nesta sexta, Victória completou os 23,2 quilômetros em 24min42s97, ficando atrás apenas da australiana Tahlia Clayton-Goodie, que marcou 19min34s82. A malasiana Nuraini Shukri garantiu o terceiro lugar com 26min07s99.
Ainda na sexta-feira, Lauro Chaman terminou em quinto no contrarrelógio da classe C5, destinada a atletas com deficiência nos membros superiores de menor comprometimento físico-motor. O paulista já havia conquistado o bronze na mesma prova durante a Paralimpíada do Rio de Janeiro, em 2016.
Na quinta-feira, Gilmara completou os 11,6 km da classe H2 em 34min53s96, garantindo o terceiro lugar. A medalha de ouro ficou com a italiana Roberta Amadeo, que marcou 27min48s63, e a prata foi para a tailandesa Patcharapha Seesen, com 29min42s58.
Pela classe H3, destinada a atletas que utilizam handbikes com menor comprometimento físico-motor que a H2, a paulista Jéssica Massali terminou em quarto lugar, com 20min18s41.
Logo atrás vieram a paranaense Jady Malavazzi, com 20min30s53, e a paulista Mariana Garcia, em 22min16s36. Na classe H4, onde o grau de deficiência é ainda menor, Ulisses Freitas completou o percurso de 23,2 km em 36min57s13, ficando em oitavo, enquanto o sergipano Rayr Barreto marcou 37min44s57, garantindo a décima colocação.